A fazer pela vida…

O que tenho feito?

Literalmente a fazer pela vida, no verdadeiro sentido da frase.

Entretida entre o meu “hobby” mais recente de fazer umas bijutarias simples e a rota hospitalar.

Se a minha mãe adivinhasse que com esta história da bijutaria me mantinha sossegada o dia inteiro, tinha de certeza investido neste negócio, e já  estou a imaginar as vacas do meu pai com uma tiara na cabeça, as galinhas com as penas enfeitadas, e os cães de caça…Nos cães de caça o pai não ia autorizar uma coleira nova, diz que tudo pode influenciar o faro do cão e com o argumento que poderia ficar preso no mato, iria acabar por me convencer. Mas ia gostar  da ideia de vender o leite com rótulos personalizados de certeza.

Adoro animais de grande porte, as vacas são as minhas favoritas, sempre convivi com elas a passear livremente pela quinta, e de tal forma que vamos transformar a vacaria feita em pedra onde moravam, na nossa casa de habitação actual. Prefiro as baleias aos golfinhos , a única excepção são as galinhas, uma paixão especial devido ao apelido do lado paterno e que já vem desde a infância em que me escondia no galinheiro e apanhava piolhos.

Na bijutaria não dou pelo tempo passar, não me lembro de ligar televisão,  não penso em mais nada para além de peças e das mensagens que quero transmitir nas peças. O Objectivo destas peças é estarem ao alcance de todos, e mostrar que mais importantes do que o valor da prenda são as  mensagens que a prenda pode levar para quem as recebe.

Adoro perder horas na net à procura de peças para comprar, fazer a gestão de stocks, publicitar boca a boca e participar em vendas  e mercadinhos de natal.  As vendas não têm sido más, acho que tenho os genes da família materna, em tempos remotos todos comerciantes de loiça nos mercados das redondezas.

A rota hospitalar tem sido movimentada, a quimio já resvalou vários dias, da ultima vez por falta de uma autorização necessária para administrar. Encontra-se agendada para a próxima segunda feira (21 de Dezembro).

Dia 26 e 27 de Dezembro  vou estar  com a prima Carina Salgueiro no mercado de natal em Belmonte na zona histórica, se andarem por lá apareçam para uma bijutaria, um crepe, um chá de natal ou chocolate quentinho e dois ou três dedos de conversa.  Não vou distribuir beijinhos desta vez, devido às infecções propicias da época, mas prometo repor o stock de beijinhos no próximo verão.

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Sobre pintoc

Vamos para a frente que atrás vem gente!
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